Uma desilusão amorosa é uma das causas dos maiores sofrimentos para as pessoas, na medida em que o rompimento, como a própria palavra diz, dilacera, despedaça, destrói. O desamor provoca a resignação, os sentimentos de raiva, indignação, frustração, desilusão e dor, além da famosa “dor de cotovelo”.
Independente do estilo, as letras de músicas reproduzem, em sua grande maioria, histórias de amor. Histórias da perda de um grande amor! Nesse universo, Lupicínio Rodrigues, compositor nascido em Porto Alegre, em 1914, destacou-se. Sua sensibilidade em retratar as traições e as mágoas ganhou notoriedade, e canções como Nervos de Aço, Vingança, Volta, Nunca, entre tantas outras, ainda hoje levam muitas pessoas às lágrimas, e ao inevitável porre!. Ele tinha três grandes paixões: a música, o bar e as mulheres.
Não se pode atribuir a ele a expressão “dor de cotovelo”, mas certamente ele era um dos grandes incentivadores. Segundo a história, o termo foi criado em referência à desilusão amorosa, onde o sofredor se recolhia aos bares e apoiava o cotovelo no balcão, lá permanecendo por várias horas, a ponto de o cotovelo doer. Para Lupicínio, existiam três tipos de dores de cotovelo: as “federais”, que exigiam uma embriaguez total para curá-las, as “estaduais”, que eram suportáveis e o tempo as curaria, e as “municipais” que não poderiam servir nem mesmo para inspirar a composição de um samba.
Lupe, como era chamado desde criança, morreu em 1974, mas as suas músicas ficaram eternizadas. Inspiram lágrimas e brindes e retratam a razão da permanência de muitas pessoas apoiadas em um balcão de bar.

Não se pode atribuir a ele a expressão “dor de cotovelo”, mas certamente ele era um dos grandes incentivadores. Segundo a história, o termo foi criado em referência à desilusão amorosa, onde o sofredor se recolhia aos bares e apoiava o cotovelo no balcão, lá permanecendo por várias horas, a ponto de o cotovelo doer. Para Lupicínio, existiam três tipos de dores de cotovelo: as “federais”, que exigiam uma embriaguez total para curá-las, as “estaduais”, que eram suportáveis e o tempo as curaria, e as “municipais” que não poderiam servir nem mesmo para inspirar a composição de um samba.
Lupe, como era chamado desde criança, morreu em 1974, mas as suas músicas ficaram eternizadas. Inspiram lágrimas e brindes e retratam a razão da permanência de muitas pessoas apoiadas em um balcão de bar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário