domingo, 12 de julho de 2009

Mulheres! "A Desquitada"

Adoro as mulheres e, verdadeiramente, sou fã incondicional delas! Aprendi a tratá-las cada qual do seu jeito, com muito carinho e respeito, com amor e consideração, com flores e presentes, mas também com desprezo e cinismo, se assim tiver que ser. Hoje entendo e percebo o valor que as mulheres têm, fruto dos seus sonhos, das suas expectativas e desejos, e da forma como encaram a vida, o trabalho, a família e o homem ao seu lado.

Não posso deixar de reverenciar as boas mulheres, de elogiar as belas, de valorizar as batalhadoras, de me encantar com as vibrantes, de estimular as frágeis, de retribuir as meigas, de alfinetar as provocadoras, de ignorar as arrogantes, de desprezar as metidas e de sacanear as sacanas. Assim, fui buscar mais informações para entender aquele lado oculto, às vezes falso, que as mulheres possuem e que quando descobrimos já é tarde..., fomos sacaneados! Encontrei uma pérola que se chama “Tratado sobre Mulheres”, escrito por Mario Kostzer e que traz uma descrição descontraída de 100 pistas bem humoradas para se desvendar os mistérios da mente feminina, as quais estarei eventualmente inserindo no blog (please don’t kill me).

Não me acho nem um pouco machista, mas agora, prevenido, não quero mais cair em armadilhas, enganações ou ilusões, e nem que meus amigos caiam... Perdoem-me minhas amigas, e também as esposas e namoradas dos meus amigos, as irmãs, mães e etc... Não fiquem chateadas comigo, pois isso tudo não vale para vocês...!


A Divorciada

Este é um ser complicado de se tratar, entender e suportar, embora seja facilmente reconhecível. Costuma ser um exemplar cobiçado por alguns “caçadores” que, à custa de tolerar o relato das desventuras vividas por ela com seu ex, perseguem uma aventura com aquela mulher. Assim que adquire o status de “separada” consegue, finalmente, encontrar utilidade pata algumas partes de seu corpo; por exemplo, para aquele adorno que ostenta sobre o pescoço conhecido como “cabeça”... É ali que começa sua transformação: tinge o cabelo e, em alguns casos, faz um corte que jamais lhe teria ocorrido fazer quando estava casada ou mesmo ainda solteira. Agora é uma rebelde sem causa, uma liberada. Como resolveu viver tudo o que não pôde ao lado daquele que “desgraçou a sua vida”, o fará tonta ou loucamente, comportando-se, como óbvio, algumas vezes como tonta e outras tantas como louca. Empreenderá negócios absurdos, pois precisa demonstrar que é capaz de tudo. No entanto, o que mais quer é que seu ex saiba que ela pode sem ele ou, pior, que não podia justamente “por causa dele”. O resultado será patético e, diante do fracasso de suas insólitas iniciativas, terminará mostrando as garras para tirar dele tudo o que puder. O sucesso da divorciada deveria ser, necessariamente, a ruína de seu ex, embora culmine na patética decadência dela mesma.

4 comentários:

Lilian Cristine disse...

Bom dia Armando!!!!!

Com um bom humor destes, não tem como ficar chateada com o texto!

É muito inteligente!!

E me fez rir!!!

Abraços e boa semana!

Armando disse...

Que bom Lilian, é fantástico o nosso dia quando repleto de alegria, harmonia e felicidade!

Beijo!

San disse...

Texto ótimo e verdadeiro, mas quero resaltar, não defendendo as mulheres (pois nós somos muito mais vingativas que os homens), que isso também vale para "eles". Como um conhecido meu que ao se separar em um final do ano foi para uma praia badaladíssima da nossa SC, parecendo um pai de santo. Queria se parecer com a piazada, mas com uma barriga de tiozão, calça sempre branca justíssima e cantando todas as menininhas.
Uma alto afirmação fraca, tanto para os homens como para as mulheres, que são usados e descartados pelo rancor e pela falta de amor próprio.

Armando disse...

Olá Sandra, sobre o seu comentário, concordo que tanto mulheres quanto homens buscam a auto afirmação, ainda mais em situação como essa do texto, à sua maneira. Penso ainda que o importante que se saia dessas situações com uma vivência que nos permita tomar decisões mais acertadas no futuro, já que a vida segue...

Beijoca!