
Na nossa vida, temos por hábito rotular as situações para nos sentirmos inclusos e socializados, e ao buscarmos justificativas para os nossos atos, dividimos as responsabilidades com quem quer que seja. Para a grande maioria, boas são as idéias que estejam amparadas em princípios de outrem, ou sustentadas pelas histórias e experiências dos outros. Agindo assim a ousadia é ofuscada e a criatividade tosca. Fingimos estarmos felizes com isso, e ao nos enganarmos, sofremos, por nos certificarmos que nossa autenticidade também é uma grande mentira. É mais confortável assim!
Nas minhas reflexões sobre este assunto, a principal conclusão que tenho chegado é de que para uma vida feliz não existem regras prontas, assim como as experiências de cada um são únicas e não valem para as outras pessoas. À medida que trago para mim uma vivência do outro, fujo do meu destino e incorporo uma vida que não é minha, estraçalho os meus sonhos e potencializo os piores sentimentos, como a inveja e a frustração. Desalinho comigo mesmo ao esquecer que a dor me remete ao crescimento, e que as conquistas são únicas.
Outro ponto importante a ressaltar é o quanto estamos rodeados de vampiros de energia, maganões e malévolos, que não perderão a chance de nos subtrair. Ao permitirmos, mergulhamos em um universo cinzento, sem magnificência. Ocultamos o nosso brilho e reduzimos a nossa alma a uma frágil pétala, plantada em um terreno inóspito e diante de um turbilhão.
Estas conclusões são minhas, somente minhas, e não servem como conclusões para outros. Podem ser insights para as suas reflexões e para que cheguem às suas próprias conclusões, iluminadas e únicas, ajudando-lhes a construir o abençoado caminho que lhes impulsione à felicidade!
Namastê!