amor são nuances
perpetua
o limiar
do sentimento
O expectorante da alma são as poesias e as estrelas, os amores e as paixões, as amizades e os momentos. Sempre que resolvi comer giletes, sonhei com atrocidades, e ao engolir girassóis, plantei um universo de vagalumes a iluminar minhas noites dispersas. Esse desejo louco e a minha sede de amor, ainda haverão de matar e de enterrar o meu sorriso!
Uma amiga, muito querida mesmo, me sugeriu ontem, que também escrevesse sobre os homens em meu blog e relampejou a seguinte tirada: “se quiser deixar um homem desesperado, é só esconder o controle remoto...”. Adorei e tive que concordar, já que eu tenho cinco aparelhos em minha casa, não vivo sem eles e não os troco de jeito nenhum por um único, o tal de controle universal, mais moderno e complexo. Um estudo diz que nas casas das famílias de classe média, existem pelo menos quatro controles remotos.
Estava convicto da assertividade da minha decisão em desistir das publicações sobre as mulheres, diante dos e-mails e telefonemas acalorados que recebi de algumas amigas, após a postagem sobre “as desquitadas”. Já que não tenho ninguém ao meu lado e não sou um interessado direto em me proteger, ao menos por hora, por que deveria trazer esse tipo de assunto para o meu blog? Somente para ajudar os amigos e homens em geral? Seria mais sensato estar do lado delas e não deles..., questionei-me!
Especialistas reportam, com muito conhecimento de causa, que algumas profissões são tão antigas, que remontam há séculos e cujas práticas predominam até os dias atuais. O que dizer dos contadores de estórias, das prostitutas, dos vendedores, dos políticos, dos clérigos e tantos outros que não caberiam neste texto, se os quisesse relacionar...
Ontem mais uma vez morri! Morri bem próximo aos meus amigos, em um balcão de bar..., eles mal perceberam, mas foi uma morte muito dolorida! Por infinitos segundos senti a vida ir se esvaindo e a minha alma incômoda e cansada desprender-se. Tive a sensação de que os planos se fundiram e pude ver claramente parte de mim se libertando. Não sei bem como essas coisas ocorrem e tampouco busco explicações, as quais certamente existem e simplificariam minhas incansáveis experiências, como essa. Sei que comigo são freqüentes e a única certeza que tive é de estar vivo, pois é o básico para se morrer.
Na data de 20 de julho, comemora-se o “Dia do Amigo”, data em que reforçamos nossos vínculos de amizade e celebramos os laços que nos unem a pessoas tão diferentes. Segundo o que pesquisei na Wikipédia, a data foi adotada na Argentina, Buenos Aires, em 1979 pelo Decreto 235\79 e gradativamente foi sendo multiplicada para outras partes do mundo, onde passou-se a considerar como um marco simbólico a celebrar a alegria da amizade. No Brasil, a data é comemorada neste mesmo dia.
Acordei em meio às minhas reflexões, colocando na balança os erros que tenho cometido. Penei ao constatar que em meu grande berço de emoções repousa uma infinidade de ilusões perdidas que transbordam a razão e reforçam em traços imperceptíveis uma vida descabida. Retalhos e mais retalhos de sentimentos esfacelados e fracionados em pequenos momentos vãos. Gavetas e mais gavetas de mágoas, ressentimentos e raiva, acumuladas, rebento de um redemoinho de complexidades submersas. Armários e mais armários de experiências e relações despropositadas, sustentáculos dos interesses míopes de gente inescrupulosa e vil e que um dia acatei. Um universo íntimo e desprezível de relações infrutuosas e fúteis, frívolas e inconstantes, ancoradas no anseio de me sentir vivo em um presente duvidoso.
Rauzito já dizia que “o diabo é o pai do rock”, hoje, 13 de julho, comemora-se o “Dia Mundial do Rock”. Para matar a curiosidade daqueles que ainda não sabem, e para evitar as especulações aos desatentos, a data é razão do advento do Live Aid, festival que aconteceu em 1985. simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra). O Live Aid foi um festival pelo fim da fome e teve como um dos seus principais idealizadores Bob Geldof. Incorporaram à idéia e participaram do festival, rockeiros e bandas como Black Sabbath, The Who, Queen, David Bowie, Dire Straits, Judas Priest, INXS, U2, Eric Clapton, Sting, Mick Jagger, Paul MacCartney, Led Zeppelin, Bob Dylan, Elton John, Madonna, Santana, Phil Collins entre tantos outros. Mais de 60 artistas se uniram pela causa e 20 anos depois a data foi celebrada como o “Dia Mundial do Rock”, para surpresa e admiração de todos.



Adoro as mulheres e, verdadeiramente, sou fã incondicional delas! Aprendi a tratá-las cada qual do seu jeito, com muito carinho e respeito, com amor e consideração, com flores e presentes, mas também com desprezo e cinismo, se assim tiver que ser. Hoje entendo e percebo o valor que as mulheres têm, fruto dos seus sonhos, das suas expectativas e desejos, e da forma como encaram a vida, o trabalho, a família e o homem ao seu lado.
A Rua XV, em Curitiba é o grande exemplo de multiculturalismo da cidade, uma vez que trafegam por ela, diariamente, milhares de pessoas, atraídas por motivos diversos: profissionais, passeio ou lazer, compras, paixão. Brancos, afro descendentes, orientais, jovens, idosos, homens, mulheres, adultos e crianças, desempregados, trabalhadores, ricos e pobres... A foto que anexei nesta postagem é da janela do meu escritório em um dia de chuva. Sinto-me privilegiado e me encanta estar por ali.
Na minha linha de pensamento, acredito que as pessoas buscam ser sempre melhores, ou pelo menos deveriam, e procuram no mínimo neutralizar as suas deficiências, justamente para potencializar as fortalezas. Trago comigo a experiência pessoal com uma premissa de que devo ser intenso em tudo o que faço. Realmente colocar paixão em tudo aquilo que tenha decidido fazer, sem medo de correr riscos e de ter que corrigir ou alternar os caminhos, se necessário. Se for para ser ou para fazer, que eu seja integral. Um pouquinho só não me satisfaz!
Um belo dia acordou e percebeu que para ele o mundo havia quase acabado. Ao olhar pela janela, na manhã cinza de Curitiba, nenhuma ação. Esperou que o tempo e os acontecimentos lhe sinalizassem a melhor direção e pôs-se a seguir a vida. Questionou-se: por que somos tão passíveis de desistirmos, frente às pequenas dificuldades? Cuidou dos seus retalhos...
Muitas vezes nem é necessário conhecer alguém. Basta chegar, sentar-se, ou mesmo ficar em pé, cumprimentar as pessoas, entrar no assunto ou mudá-lo, participar, rir e falar alto, integrar-se. Na próxima vez, talvez já lhe chamem pelo nome e sirvam o seu drink favorito antes mesmo de você pedi-lo.
Maravilhoso e encantador! Adoro cinema, filmes, shows e documentários. Mergulhar em um universo paralelo e sentir-se parte de algo muito maior, muitas vezes distante da minha realidade, me fascina.