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quinta-feira, 31 de maio de 2012

A Letra - Casa Pré-fabricada


Casa Pré-fabricada
(Marcelo Camelo / Zé Pereira)

Abre os teus armários
Eu estou a te esperar
para ver deitar o sol
sob os teus braços castos
Cobre a culpa vã
até amanhã eu vou ficar
e fazer do teu sorriso um abrigo

Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim
qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais


Vale o meu pranto
que esse canto em solidão
Nessa espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela
primavera quer entrar
pra fazer da nossa voz uma só nota.


Canto que é de canto que eu vou chegar
Canto e toco um canto que é pra te encantar
Canto para mim qualquer coisa assim sobre você
que explique a minha paz
Tristeza nunca mais...


Los Hermanos 
Maria Rita
Roberta Sá

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A Letra - Palavras ao Vento

(Marisa Monte / Moraes Moreira)

Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar

Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será

Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras

Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar

Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será

Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento

Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento

Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar

Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será

Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento

Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento

Palavras apenas
Apenas palavras pequenas
Palavras

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A Letra - Caçador de Mim


Caçador de Mim
Luís Carlos Sá e Sérgio Magrão

Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
Eu caçador de mim

Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar
Longe do meu lugar
Eu, caçador de mim

Nada a temer senão o correr da luta
Nada a fazer senão esquecer o medo
Abrir o peito a força, numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçador de mim

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Insolente

Quem pensa que o baile tem dono, mal sabes do teu meretrício. Bandida, de coração palpitante, roubastes de mim meu querer. Bailarina das luzes afoitas, das flores da noite. Dama perdida, insiste que a vida é deixar, e esquece que dor é amar. Causastes em mim um furor, e essa tua mania de dizer baixinho que ainda sou teu, não convence. Enquanto se exalta, parti. Por maior o sofrimento, mais vale um momento bem longe de ti.

Mal sabes você, que sofro calado, e longe me agrada um destino qualquer. Meu coração atrevido vaga pela cidade, a dissimular um caminho, quem sabe um presente. A solidão expõe meu louco desejo e me perco nos afagos da noite. Na acolhida, nada encontro que me agrade, além do frio da tua ausência a cortar meu peito vazio feito lâmina pungente. Insolente, mente, enquanto achas que ainda sou teu.

(esta letra aguarda ser musicada, com um bom samba!)