Mostrando postagens com marcador atitude. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atitude. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de maio de 2012

O Amor em Areias Movediças


Todos somos escravos dos próprios sentimentos, a girar, cada qual, o seu caleidoscópio de emoções. Um emaranhado de sensações que faz com que nosso peito vibre intensamente a cada instante, a cada momento e nos direcione para a felicidade. Lembranças, sonhos e expectativas, realizações, adereços de vida, escolhas que guardamos com todo o cuidado nas prateleiras da alma, para que ao sacudirmos a poeira, possamos resgatar as licitudes dos bons, descartando as suas malevolências.

                           Ainda assim, protegemos nossos defeitos, pois aquela redoma que nos envolve, é a mesma que aos outros ilude, para que pareçamos íntegros aos olhares da hipocrisia social. Assim, nos é permitido enganar, mentir e até se vender, para conservarmos aquela imagem de bom samaritano, de confiável e coerente, ou mesmo para tirarmos proveitos, enquanto tapamos o ralo que nos envergonha, pela nossa incapacidade da plenitude.

                        “A tua piscina está cheia de ratos, tuas idéias não correspondem aos fatos”, mas o tempo não pára, e sempre existirá alguém disposto a pagar o preço da ignorância na direção contrária do seu próprio bem comum, mesmo que enganado. Maquia-se de tudo, então, e vendem-se ilusões, para então colher, na calma, alegrias, em areias movediças. No contraditório, basta colocar a cabeça no travesseiro a tentar dormir tranqüilo, acreditando na certeza de que para existir o bem, é preciso o mal.

Namastê!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Protagonismo


Algumas coisas me emudecem, como se em minha garganta repousassem nós, surpresas de um emaranhado indescritível de emoções. Sempre que os desato, aprendo com as suas nuances, sejam elas de dor ou de alegrias. Aquilo que me cala, e que me surpreende, às vezes me remete à dúvida, e muito me instiga, ao mesmo tempo em que me impulsiona, me reconstrói.

Esse cataclismo que provamos sempre que saímos do nosso conforto é o que nos alavanca, que nos move. Negar experiências não engrandece, destrói. Como construir um futuro sem um passado? Quem disse que o arrependimento é garantia de felicidade? A entropia que hora nos habita e que muitas vezes provocamos, é necessária para respirarmos, suspirarmos e seguirmos.

Ausência de emoções é água parada, não pulsar é não viver, não deixar viver. Por mais que me agrida a minha própria ousadia, que me remeta aos absurdos da obscuridade, não tê-la comigo é morte, lenta, segundo a segundo. É provar de um veneno nefasto, que me afunda, no lodo que eu próprio cultuei, naquilo que me deixei programar e manipular.

Morte ao rei, hora gritamos, e em rebeldia marchamos contra, sem ao menos notarmos a nossa majestade. Daí o nó que nos emudece, e que também nos engrandece, sempre que permitimos nos olhar. E assim vamos adiante, a esperar o próximo capítulo, sem ao menos darmos conta que somos os protagonistas da nossa própria vida, enquanto o tempo passa.

Namastê!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ouse e seja feliz!


Ao cansar de esperar pelo seu destino, resolva seguir em frente e deixe para trás alguns sonhos e desejos, para então conquistar outros, ainda mais grandiosos. O desapego, à luz do míope, traduz-se em perda e em dor, já ao nobre, em possibilidades e expansão.  Assim se frutifica a vida...

Por isso, pode-se lamentar, mas há pouca importância nas suas preciosas lágrimas além de derramá-las, pois ao deixar que estas reguem as suas próprias esperanças, verás que tudo aquilo que depositas em si, será recompensado.

Ouse e seja feliz!


Namastê!